terça-feira, 25 de junho de 2013

Rottweiller Clube de Portugal: informação

Devido à falta de disponibilidade por parte do “Rotweiller Clube de Portugal”, toda a informação importante para esta investigação foi retirada do site: http://www.rcp.pt/clube/historia/.

O Rottweiler Clube de Portugal, no prosseguimento do seu objeto pugna por desenvolver o papel de entidade referência no país, da raça Rottweiler, como cães de raça pura, fomentando a defesa da mesma, a melhoria da sua criação, através da seleção e desenvolvimento das qualidades físicas, psíquicas e funcionais dos seus exemplares.
Tende, também, estabelecer a cooperação com o Clube Português de Canicultura, assim como todas as associações nacionais e internacionais de diversas raças.
Organiza ações que visem desmitificar a imagem negativa da raça junto da opinião pública e fomenta, nas mais diversas vertentes, a promoção responsável da raça Rottweiller em Portugal.
O Rotweiller é um cão amável, aprazível e amante das crianças; é muito afetuoso, obediente e com grande disponibilidade para a brincadeira e para o trabalho. A sua aparência denota a sua ancestralidade, o seu comportamento é seguro de si mesmo, não é nervoso e é valente. Reage com muita atenção a tudo o que se passa à sua volta.

Perguntas mais frequentes ao Rottweiller Clube de Portugal
(menciono só as perguntas que considero importante para o trabalho de investigação)

1.   O Rottweiller está abrangido por leis governamentais específicas?
Existem alguns países, como por exemplo Portugal e Espanha, onde são aplicadas medidas especificas para a raça Rottweiler e seus proprietários. São exemplo disso a obrigatoriedade de o cão usar açaime e trela (máx. 1m) quando passeado na via pública, obrigatoriedade de um seguro de responsabilidade civil, Obrigatoriedade de colocação de Microchip, Obrigatoriedade de proceder à castração/esterilização caso o exemplar em causa não tenha LOP (Caso de Portugal), o proprietário do cão não deverá ter qualquer cadastro, o cão deve ser anualmente registado na Junta de Freguesia da residência (caso de Portugal), entre outros.

2.   O Rottweiller é um cão agressivo?
Não. Um Rottweiler com bom Pedigree (Certificado genealógico), boa educação e sociabilização não trará problemas de maior. Contudo, será um cão que quando provocado, o seu dono ameaçado ou o seu território invadido, poderá impor-se. Nunca deve ser estimulado a ser agressivo e o seu instinto nato de guarda deve ser moldado através de treino.

3.   Os Rottweillers são perigosos para as crianças?
Em condições normais, um cão equilibrado, educado e sociabilizado integrará bem uma família e será tolerante para as crianças. Estas, também devem ser orientadas e supervisionadas enquanto na presença do cão. Os perigos existentes passam pelo porte do cão que numa brincadeira pode "atropelar" uma criança. É importante dizer que cada caso é um caso e como em qualquer outra raça, a tolerância varia de cão para cão. As fêmeas poderão ser a melhor opção. Gostaríamos de salientar que, se em ambiente familiar o relacionamento cão/criança deve ser sempre vigiado, fora dele é obrigatório. As crianças que encontramos na rua poderão não estar familiarizadas com cães, podem fugir em pânico, serem bruscas e/ou agressivas. O cão, perante estes cenários, poderá despertar em si os seus instintos naturais de defesa ou de presa.

4.   Como se dão os Rottweillers com os outros cães?
Um cão equilibrado, educado e sociabilizado desde cachorro com outros animais não trará problemas de maior. O relacionamento entre cães do mesmo sexo é sempre mais complicado se ambos tiverem um caráter forte. Estas situações verificam-se na disputa de um lugar, brinquedo, comida ou por um canídeo do sexo oposto. O relacionamento entre cadelas poderá complicar-se na altura do cio. A tolerância poderá variar de cão para cão, mas o Rottweiler devido à sua capacidade de aprendizagem poderá ser moldado. 

Se já tem cães, deve considerar o seguinte:

Caso já existam cães residentes na casa, todo o processo de integração, poderá ser mais delicado. A integração, irá depender de aspetos como a experiência dos donos, o temperamento dos cães envolvidos (residentes e recém chegado) e a própria logística da casa (mecanismos para os cães – se necessário – viverem separados). 

A apresentação do novo cão, deve ser feita em território neutro (aproveitar a rua / um passeio), evitando a apresentação no espaço já pertencente aos residentes. Esta situação pode gerar agressividade territorial.




Andreia Teixeira

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